Versos perdidos…

Versos com sentimento…

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As pessoas magoam e enganam.
As pessoas não sabem o que fazem.
As pessoas vingam e matam.
Só para ver um pouco de uma paisagem.

A vista que procuram está bem dentro de nós.
Não havia necessidade de roubar de outros tal bem.
Pois só a podemos sentir quando estamos sós.
Mesmo assim querem-na apenas para seu próprio desdém.

Não sei se é inveja ou loucura.
Tal é o horror, a vaidade e a cobiça.
O que terá provocado tal rotura?
Para quê extrair de outra adiça?

Primeiro vêm com boas intenções.
Depois roubam tudo dos nossos corações.
Mesmo assim doamos sem contestar.
Tal é a nossa vontade de amar.

Julgam que têm o direito
de deixar vazio o nosso peito?

As pessoas vão aproveitar-se de nós.
Podem crer que irão gozar enquanto dura.
Criando uma rude vontade de ficarmos sós.
Esta é a verdade… nua e crua.

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A Destruição de um Sonho.

O grito de desespero.
/\                                                                               /\

Vejo o Mundo Separado do Amor.
Sinto a Humanidade abraçada ao Ódio.
Será a Esperança, apenas um rumor?
Ou será a Morte, elevada lá no pódio?

O nada foi construído pelo vazio.
Cheio de tudo e sempre a somar.
Procurando, com o seu malfadado bafio.
A Alma do humilde, para a tomar.

Faz-se acompanhar pelo desespero de o manter.
Caindo-se na mercê de um horror bem específico.
Acumulando em nós, um grito difícil de conter.

A destruição do nosso pequeno mundo pacífico.

Mas, sem darmos conta.
Sentimos uma vitaminada vontade.
De lidar com tamanha afronta.
Lutar pelos nossos e pela Liberdade.

2 Respostas para “Versos perdidos…”

  1. Rodrigo Diz:

    Regressou?

  2. osentinela Diz:

    Caro Rodrigo. Eu estou sempre presente. Como em casa não tenho internet (devido a problemas técnicos), tenho de escolher. Ou leio os blogs nas horas extra ou “componho” o Blog “O Sentinela”. Neste momento, sou leitor assíduo do seu blog e de muitos outros, mas também estou a fazer umas experiências noutro meu BLOG e isso, infelizmente, leva-me muito do tempo disponível para ficar “on-line”. Vou voltar a escrever daqui a umas semanas.
    Cumprimentos.

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