“Filhos de um Deus menor” Será? 1/2

Hoje vou apresentar a primeira parte de uma “pérola” de belo escrever proveniente do Alto Comissariado para Imigração e Minorias Étnicas, ou seja, da merda que vem sempre ao d’ ACIME. Como eu dizia, uma pérola de belo escrever, mas de pouco pensar, em nós claro, nos Portugueses. Como “eles” não pensam nos Portugueses, eu irei tentar “traduzir”, acrescentando os meus “pensamentos” ou contra-argumentos.

Do nosso (Será? Ou será o deles?) Alto Comissário e Alto Comissário Adjunto para a Imigração e Minorias Étnicas, António Vaz Pinto e Rui Marques.

 

 


“ Nascer em ambiente de exclusão social.

Um dos impactos mais dramáticos sobre estas crianças e jovens é a particular vulnerabilidade social e económica das famílias onde nascem. Fruto da pobreza e de uma vida particularmente difícil, estas famílias lutam em condições profundamente adversas (entre emprego precário, salário baixo e incerto e horário de trabalho alargado) por um futuro que, muitas vezes, lhes foge, apesar de todos os sacrifícios.”

Interessante. Os meus trisavós, bisavós, avós e os meus pais, também foram vítimas dessa pobreza, com uma vulnerabilidade social e económica bem patente no seu dia-a-dia, esqueceu-se disso Sr. Comissário? Bem. . . parece-me que sim. O Sr. Comissário fala aqui em condições adversas? Trabalho precário? Salários baixos e incertos? Horários alargados? Será que o trabalho no campo, nas Aldeias, mal pago, “ao sabor” da chuva e do calor, com o “tal” horário alargado, não proporciona, na sua opinião, um ambiente de exclusão social? Então diga-me lá, Sr. Comissário, por que é que os meus avós e pais não traficaram estupefacientes, nem roubaram ou mataram? Porque é que a maior parte das pessoas que viviam naquelas Aldeias, não roubavam, assassinavam ou praticavam outros crimes?

Os Portugueses, passavam fome e frio, eram explorados e “sugados até ao tutano”, para servir os Senhores da zona. Estes não são para si, Sr. Comissário capitalista/comunista, sacrifícios? Os portugueses sujeitaram-se a penosos sacrifícios, para contribuir para o crescimento do país, para que pudessem gozar de novas mordomias e usufruir de alguns luxos. Logo, os negros, os ciganos e afins, não podem suportar nada? Não passam fome, não são mortos ou mutilados por guerras, por leis ou religiões bárbaras existentes nos países deles, têm acesso à educação, à saúde, subsídios, etc. e isso não é o suficiente para “dar graças” a Deus ou aos Deuses e não enveredar pelo caminho da criminalidade? As condições proporcionadas por Portugal, não são razões suficientes para os africanos e afins aceitarem, de bom grado, o que lhes foi dado e de levarem uma vida pacífica?


Mais umas pérolas do ACIME. (Será Associação Criminosa Iminente das Minorias Étnicas?)


“A pobreza gera, assim, exclusão social e esta pode atingir níveis trágicos de profunda ofensa à dignidade humana. Por exemplo, o simples facto de os pais começarem a trabalhar muito cedo e não existir nos seus bairros de residência suficiente rede de apoio préescolar, faz com que muitas destas crianças fiquem sozinhas, “fechadas na rua”, desde idades mínimas, não sendo improvável encontrar, em alguns destes bairros, crianças de três e quatro anos sozinhas na rua, durante todo o dia. Este facto só pode ter um resultado devastador.”

A primeira frase, explora, um sentimento vivido pelas pessoas Portuguesas nascidas e vividas desde as décadas de 20 até 60, falo nelas, porque existem fortes possibilidades de ainda estarem vivas. Ou seja, a ACIME faz uma espécie de apelo ao relembrar “aqueles tempos de pobreza” e tenta transmitir, igualar e “meter tudo no mesmo saco”, as vivências e a civilidade dos Portugueses e dos Negros Africanos e afins. Não distingue as diferentes circunstâncias da vida quotidiana. Ora vejamos, os africanos pobres vivem em barracas e em ruas caóticas e imundas, onde o crime impera. Antigamente, os Portugueses pobres viviam em casas de pedra, madeira e barro, construídas por pelos próprios e pelos seus familiares e amigos, o crime era raro e facilmente controlado. Actualmente, uma boa parte dos negros africanos que vivem nos seus bairros, não fazem nada e nem tentam sair dali. Antes, os Portugueses, construíam e arquitectavam as suas casas, para que o gado e os seus pertences ficassem em segurança, lavravam os campos e colhiam o que a natureza lhes proporcionasse, comercializavam o que podiam para terem algo mais. Nessa altura, os Portugueses deviam estar ocupados demais a tentar sobreviver, do que a andar na vida fácil a roubar, não é Sr, Comissário? “Deve de ser deve. . .”!!!

Os meus avós começaram a trabalhar muito cedo e quando casaram e tiveram filhos, continuaram a trabalhar “de e até às tantas”. Os meus pais ficaram também “fechados na rua” desde idades mínimas. Quando os meus pais foram para a escola primária, estudavam mas depois tinham “em casa” muitos afazeres que, por acaso, só por acaso Sr. Comissário, eram sobre tudo, menos sobre a escola. Todos o meus familiares, eram Portugueses e não tinham direito ao subsídio de desemprego, não tinham uma rede de apoio pré-escolar nem de outro tipo de apoios. Mas, actualmente, os negros africanos e afins, ficam horas nas filas de espera, para obterem a documentação necessária, para terem acesso a subsídios, ou seja, mais uma vez roubam aos Portugueses que trabalham, não basta roubar nas ruas, roubam também na secretaria, não é, Sr. Comissário? E agora vem-me falar de rede de apoio pré-escolar? Eu gostava que o ACIME, me elucidasse sobre a existência de qualquer tipo de apoio pré-escolar aplicada para a generalidade das crianças portuguesas, sem ser aquelas em que se paga 300 a 600 Euros/mês, está bem? Mais uma vez eu reforço a questão, não estou a falar das escolas que se pagam, eu refiro-me a outras, às redes de apoio verdadeiramente sociais, certo? Só faltava agora o ACIME, falar de redes de apoio pré-escolares e de mais umas mariquices e que ainda por cima, tentar impingir aos Portugueses a treta do costume, dizendo que essas coisas existem e que os Portugueses têm fácil acesso a elas. È mentira que os Portugueses tenham acesso a estas, É MENTIRA!!! São mentiras descaradas e extremamente ofensivas para o povo Português, atolado em dívidas só para que os filhos tenham acesso à educação(que deveria ser gratuita) e só para terem onde viver, só para terem direito a uma Habitação(que deveria também, ser gratuita)!!!

O Sr. Comissário não distingue as diferentes culturas, os modos de vida, os modos de pensar e de sentir. Sr. Comissário, lembra-se da velha máxima, de “Todos diferentes, todos iguais”? Pois bem, Sr. Comissário, os negros, magrebinos, chineses, brancos, etc., são BEM DIFERENTES mas IGUALMENTE HUMANOS, apenas isso, ponto final! Todos temos diferentes pontos de vista em vários aspectos, mas todos temos o igual direito a existir, mas cada um no seu espaço geográfico.


“Um outro nível a ter em consideração é a sensibilidade extraordinária destas famílias às crises sociais e económicas. São elas que estão na primeira linha dos que são atingidos pelo desemprego ou pelos salários em atraso, quando chegam os tempos difíceis. As alternativas rareiam e as consequências são muito funestas: destabilização familiar, incentivo ao abandono escolar, comportamentos desviantes, etc.”


Também me lembro do que me contaram, à cerca da forma como as pessoas Portuguesas eram. . . digamos . . ., “recrutadas” para o trabalho e como eram “pagas” pelo serviço escravo que faziam. E quando não havia trabalho, não tinham direito a Subsídios de (des)emprego e a outros subsídios burlescos quaisquer. Posso dar uma espécie de pista para que, o Sr. Comissário e a sua companhia S.A, possa entender. Os capangas dos senhores feudais da zona, mandavam as pessoas saírem das suas casas, para recrutar as crianças e os homens mais saudáveis para trabalharem nas suas terras. Os que tiveram acidentes ou ficaram incapazes, não tinham direito a pensões ou indemnizações. E sabem uma coisa interessante, esses homens que eram “recrutados” pelos feudais da altura, ficavam várias semanas longe da família, agrupados em “palheiros” sem o mínimo de condições, as mulheres “desenrascavam-se” no cultivo de pequenas terras, que não eram suas, perto das casas que construíram, que também não eram suas, para dar de comida aos filhos, para poderem sobreviver.

Então Sr. Comissário? Estas são ou não são razões, que contribuem para a destabilização familiar e do abandono escolar? Comportamentos DESVIANTES? O que quer dizer com isso, Sr. Comissário? Está a omitir o óbvio, para que o seu texto, com argumentos de “pobres criaturas e coitadinhos”, vingue? Ou será que esses comportamentos desviantes relatam a homossexualidade? Desculpe, mas vai ter de me explicar esta coisa do “comportamento desviante”, não vá o Sr. Comissário ser mal interpretado. Sr. Comissário, diga logo o que deveria dizer, roubos, violações sexuais, extorsão, agressões Racistas contra Portugueses, homicídios, tráfico de drogas, tráfico de pessoas, etc. Porque não disse antes isto? Já sei, o ACIME não queria estragar o discurso dos coitadinhos que “caça muito voto”, não é? Pois é. . . , não é?

Para finalizar o comentário sobre aquele parágrafo, vou escrever o seguinte: Pessoas como os meus avós e os seus familiares construíram as suas casas com “as próprias mãos”, trabalharam muito, criaram os seus filhos, sobreviviam como podiam e não ingressavam na carreira criminosa. Pessoas como os meus pais, contraíram empréstimos para a construção da sua habitação, trabalharam muito, criaram os seus filhos, foram sempre, contribuintes assíduos e nunca criminosos. Eu fui criado em condições muito boas, devido ao sacrifício dos meus avós e dos meus pais, não tive grandes motas, nem “carrões Tunnig”, nem roupa da Sacoor Brothers, Hugo Boss, Lacoste, Tommy, nem telemóveis, nem “grandes” e caros computadores para apenas brincar com jogos. Eu gostaria de ter tudo isso, mas aceitei com humildade as limitações da vida e por isso mesmo, EU NÃO ME TRANSFORMEI NUM CRIMINOSO!!!

Por outro lado, os africanos e companhia Limitada(pelos vistos, limitada em vários sentidos!), têm a leve tendência para assaltar apenas as crianças Portuguesas, que têm telemóveis que nem custam 10 contos, com mochilas “made in china” de 4ª e 5ª categoria do Modelo/Intermarcher/etc., com uma roupa decente e com pouco dinheiro para comer durante o dia todo. Sim senhora, que coragem, que honra, os africanos e afins formam “gangs” de 10 a 50 elementos, com idades compreendidas entre os 12 e os 25 anos e assaltam crianças indefesas! Os africanos e companhia Limitada, também assaltam as pessoas que frequentam os transportes públicos, a caminho do trabalho, roubam os meios de transporte, pelos quais as pessoas contraíram empréstimos com contractos entre 5 a 10 anos e que os utilizam para, para. . . , adivinhem lá mais uma vez, para ir trabalhar. Bonito! Lindo! Maravilhoso! Sabe Sr. Comissário, assim, os tais amigos do alheio, ficam livres do trabalho, mas presos nas carteirinhas dos trabalhadores(vulgo cidadãos), não é assim? Aqui mais uma vez os verdadeiros Portugueses revelam aqui como são superiores, mesmo a trabalhar que nem escravos, explorados e mal pagos, os verdadeiros Portugueses, não andam a assaltar e a matar os vizinhos ali ao lado, tal como os africanos fazem na SUA TERRA, em ÁFRICA. É o Zé Povinho que apanha com a porrada, porque o resto, os que mandam neste país, vive em condomínios privados ou em zonas privilegiadas.

Eu irei “sacrificar-me”, trabalhar, respeitar a Lei a Ordem, mesmo que não me favoreçam muito. Irei avisar as pessoas de que existem muitos políticos burlões que brincam com as vidas delas, para que os meus filhos, vivam em paz e sem medo de virem a ser alvos de “ataques” racistas de Ciganos, Negros e afins. Eu irei lutar, para sempre!

“Por outro lado, os espaços residenciais ao alcance destas famílias são os mais desqualificados, com habitações precárias, espaços verdes e de lazer inexistentes, equipamentos sociais incipientes, maus acessos e transportes deficientes. Muitas vezes guetizados, estes espaços sub-urbanos constituem a paisagem, à nascença, para estas crianças. Apesar de progressivamente virem a desenvolver um paradoxal sentimento de protecção dentro do bairro, no qual se começam a encerrar, todo o contraste com o mundo circundante é muito marcado. As comparações são incontornáveis e as crianças têm muito maior dificuldade em aceitar como inevitáveis e “normais” as desigualdades noMundo.”

Fantástico! Agora, o senhor leitor, tenha a bondade de imaginar, com as palavras escritas acima, o que muitos Portugueses sofreram em Portugal para sobreviver e que não apostaram numa carreira criminosa nem na vida de “subsidio dependência”. Será que eu vou ter de repetir tudo o que disse atrás, nos outros comentários? Sinceramente! Mas que mais desculpas irão “eles”, os da ACIME, inventar para justificar a criminalidade e a incompatibilidade cultural das minorias étnicas? Aqui o argumento da superior civilidade e humildade dos Portugueses, é suficientemente forte para deitar, este discurso para “tótós”, por terra. Portugueses, não se deixem enganar por gente como a que existe no ACIME! Existem melhores formas de ajudar realmente os imigrantes e as minorias étnicas!

“Uma outra expressão deste contraste e desta tensão verifica-se ao nível do consumo. Estas crianças e jovens são “bombardeadas” como todas as outras – aí não há diferença – com os múltiplos apelos ao consumo. Difere, no entanto, o poder de compra. O baixo nível de vida liberta poucos recursos para o consumo de bens não essenciais, confrontado estas crianças e jovens com a permanente frustração de não aceder a esses bens, frustração essa que se acumula ao restante passivo. É, nesse contexto, significativo que a pequena criminalidade infanto-juvenil, que se gera nestes meios, tem como móbil prioritário nos objectos a furtar: roupa de marca, telemóveis, sapatos de ténis de marca… remetendo sempre para esse imaginário de sociedade de consumo sempre imposta e nunca alcançada.”

Conversa da treta, ao seu mais alto nível. Um capitalista/comunista, a falar do consumismo, a falar da sua melhor arma! Maior hipocrisia que esta, necessita de ser registada no Livro dos Recordes do Guinness. Quer dizer que, os meus pais trabalharam que nem doidos, para que eu pudesse ter um vestuário condigno, um computador, uma bicicleta, livros escolares, etc. para agora me submeter a regras e consequências de capitalistas/comunistas e abdicar de tudo isso, para que gente (que foi burlada pelo sistema democrático português desde 1974), com uma “subcultura” agressiva e incivilizada, imponha também as suas regras? Então, o Português, que tenta gerir o seu dinheiro para que possa viver condignamente, tem de se sujeitar às condições de minorias? O negro gasta o dinheiro em putas e em bebidas, manda o que resta para a família, enquanto a negrinha cuida dos seus 5 a 10 filhos na miséria e mesmo assim continua a procriar que nem uma coelha, sendo várias vazes espancada e mutilada em frente dos seus familiares e conterrâneos, e os Portugueses vão ter de ficar condicionados por estas criaturas? Os Portugueses vão ter de se sujeitar a este tipo de “subcultura”?

Eu digo NÃO, à existência de gente como esta na minha terra, no meu Portugal. Foram os políticos que NÃO CRIARAM as condições necessárias, para que os imigrantes se estabelecessem condignamente no meu país, não foi o Zé Povinho. Foi a classe política que, em mais de 30 anos de “multiculturas” forçadas, capitalismos/comunismos totalitários, que literalmente empurraram os imigrantes e a sua subcultura para cima do Zé Povinho e dos verdadeiros Portugueses. A culpa é da classe política, não dos populares Portugueses!

“No seio destes ambientes de exclusão social, florescem redes de actividades ilegais mais pesadas, que sabem que aí se encontram condições favoráveis para aliciamento de jovens – e menos jovens – que estão à margem. Queremos sublinhar que não partilharmos de uma visão sistémica em que tudo depende do ambiente e dos sistemas em que o indivíduo se encontra inserido e, por isso, tudo lhe deve ser desculpado, desde que se prove esse contexto adverso. Há sempre uma capacidade de autodeterminação pessoal e resiliência que permite, na maioria destas crianças e jovens, extraordinários trajectos de vida. E, espantosamente, a esmagadora maioria consegue resistir e tem carácter e coragem para, contra todas as adversidades, não seguir esse caminho aparentemente mais fácil. Só que alguns não resistirão e serão recrutados para essas “indústrias do mal”.”

Tudo depende do ambiente e dos sistemas onde está inserido? Os africanos que aqui trabalham (embora explorados que nem escravos, tal como os Portugueses, digamos de passagem. . . ) e que têm o direito a frequentar as mesmas escolas que os Portugueses, passam fome e vivem em guerras tribais em Portugal?

Para os Africanos, a normalidade, infelizmente, é a fome e as guerras tribais.

Ora vejamos o seguinte, para os africanos que têm direito a escolas, não passam fome, e que não andam em guerra com a tribo vizinha, ter um telemóvel, roupa de marca, carro, consolas de jogos, apartamento, etc, é um luxo e faz tudo para o conseguir, mas pela via mais fácil, claro. Roubar é só tirar, não custa nada.

Para um Sueco, Alemão ou um Português, ter um palácio, um Ferrari, viajar para paisagens exóticas, etc. é um luxo, então porque não roubam? Porque não enveredam pela via mais fácil. Porque não têm os tais comportamentos criminosos, desculpe, “desviantes”?

Então, Sr. Comissário, porque é que eu vejo a tal maioria das crianças e jovens negros e afins, fora das escolas e das universidades e dentro dos seus bairros sociais, dentro dos comboios da linha de Sintra, dentro de certas e determinadas zonas de Lisboa, Porto, Portimão, Faro, Albufeira, Coimbra, etc. nas suas “praticas criminalmente administrativas”, menos a trabalhar?

O Sr. Comissário não estará a contradizer-se? Não falou lá para cima, sobre o abandono escolar, sobre os famosos “comportamentos desviantes”, etc. e que as oportunidades alternativas eram RARAS? RARO não é o termo diametralmente oposto de MAIORIA? Ou seja, se a maioria das crianças e jovens negros e afins não têm alternativa e que adquirem “comportamentos desviantes”, então como é que o Sr. Comissário, pode dizer que a maioria dessas crianças e jovens negros, consegue, espantosamente resistir ao mundo da criminalidade, desculpe, resistir aos comportamentos desviantes? Mais uma vez, não entendo.

“No desfazer de equívocos, importa repetir que tudo o que até agora se descreveu resulta da exclusão social – essa é a pedra angular – por mecanismos socio-económicos que nada têm a ver com a origem nacional ou étnica das comunidades atingidas. Todos eles são válidos para crianças e jovens autóctones em igualdade de circunstâncias e verificam-se em diferentes cidades do nosso país.”

Mentiras e mais mentiras atrás de mentiras. As provas estão por todo o lado. Só não vê, quem não quer ver. Diga isso aos pais das crianças autóctones que são “colocadas em igualdade de circunstâncias” nas escolas, com ciganos e negros.

As histórias de vida, contadas por muitos velhotes da minha e vizinhas Aldeias, estão bem memorizadas e esse sentimento está bem enraizado dentro de mim, e isso só morrerá quando eu morrer. E por isso mesmo, sempre que puder, irei avisar as pessoas de boa fé, quer sejam Portugueses, Africanos, Magrebinos, etc., que organizações como o ACIME defendem a recruta de mão de obra escrava para Portugal, representam o racismo no seu estado puro, mas com um floreado de cores brilhantes que ofuscam a visão e a mente dos ingénuos, que tanto dizem proteger. É perfeitamente normal que a ACIME tente proteger e auxiliar o seu gado, pois necessita dele para alimentar os seus Senhores.

Dito isto, despeço-me e digo em alto e em bom som:

ACIME, A MIM NÃO ME ENGANA!!!

O Sentinela.

10 Respostas para ““Filhos de um Deus menor” Será? 1/2”

  1. Legionário Diz:

    Boa! É preciso esfregar-lhes com o seu texto nas trombas.

    A merda vem sempre ao d’ACIME! (ahahahahah!)
    Pena é que uns só dão conta quando já estão com ela até ao pescoço.

  2. thoth Diz:

    É um texto soberbo, excelente, divino. Os senhores da ACIME, que devem ganhar muito pouco, coitados, a esta hora, já devem ter as orelhas bem quentinhas, bem haja amigo O Sentinela, e digo amigo, porque parece pelas suas palavras não ter medo destes filhos…da nação.

    Parabéns e cumprimentos do céu

  3. arqueofuturista Diz:

    Caro Sentinela, fico muito grato pela formidável desmontagem desse nojento documento do ACIME, essa organizção parasitária e anti-nacional. Menção obrigatória no Arqueofuturismo online.

    Saudções Identitárias.

  4. osentinela Diz:

    “Pena é que uns só dão conta quando já estão com ela até ao pescoço.”

    O grande problema, caro Legionário, é que os capitalistas/comunistas sabem que, a nossa civilização, vai demorar mais um pouco a total implosão. Mas quando acontecer a já esperada implosão, estes “meninos” já não estarão nas redondezas. Mas, enquanto a vida for tolerável para certas figuras privilegiadas, nós vamos servindo de escudos humanos a estes “senhores políticos”.

    Caro Thoth, obrigado pelos elogios. O ACIME, deveria defender os emigrantes/imigrantes, através do ensino e do esclarecimento da realidade geopolítica mundial, visto que somos (im)invadidos por pessoas vindas dos “quatro cantos” do mundo. O ACIME, ao esconder a realidade portuguesa dos prórios imigrantes, está precisamente a defender o contrário dos seus supostos objectivos. Engana os imigrantes, aqui em Portugal, dizendo que tudo está bem e que há trabalho para todos. Depois, o ACIME “faz-se ver”, ao Zé Povinho português, publicitando-se de forma descarada e arrogante, sabendo que essa publicidade nunca chegará aos imigrantes aqui em Portugal e nos países estrangeiros. Esta comissão deveria estar a funcionar nos países originários desta imigração e não no território nacional. Prevenir lá fora, é bem melhor que remediar cá dentro.

    Caro Arqueofuturista, obrigado pela referência. Estarei sempre de sentinela.

    Cumprimentos guerreiros a todos.

    O Sentinela.

  5. Antonio_Lugano Diz:

    Prezado Sentinela
    Sem dúvida “um nojento documento” bem desmontado por si !
    Esse “comissário” não é mais que um sabujo e um traidor à Nação.
    Saudações
    .
    http://mnemeeuropa.blogspot.com

  6. osentinela Diz:

    Obrigado, caro António Lugano.

    Já agora. Adorei o “Compreender o Nacionalismo”. Excelente!

    Saudações guerreiras.

  7. Camões Diz:

    Muito Bom texto.
    Concordo com o essencial… quase tudo!

    Agora, “vou lutar e continuarei a lutar!”
    Como é que tu lutas, com bloguezinhos? Com uma visão do mundo muito mal definida, sendo o teu inimigo o capitalismo~comunismo?

    “O ACIME deveria defender os emigrantes/imigrantes…”
    Pois, eu não vejo é o ACIME minimamente preocupado com um único Português no estrangeiro… lol

    Só queria era ver um pouco mais de nacionalismo no blog em vez de ver um aguerridíssimo anti-capitalismo
    tiriri-tiriririririririri…

  8. osentinela Diz:

    Sr. ou Sra. Camões.
    As andanças nas “internetes”, resulta nestas coisas. O facto de ainda não ter descrito as minhas “doutrinas” para que as pessoas e os “internautas” compreendam, leva a que possa haver mal entendidos e, por vezes, excessos.
    Actualização deste Blog está em “stand by”. os motivos são de natureza pessoal, embora eu tenha sempre a atenção de ler os vários Blogs. Eu posso não comentar, mas vou lá sempre”ver”.

    «Muito Bom texto.
    Concordo com o essencial… quase tudo!»

    Óptimo. Para mim, basta-me o “quase tudo”, porque há e haverá sempre um lugar para outro tipo de opiniões. É isso que dá vida aos debates.

    A minha visão do mundo está muito bem definida, não se preocupe, mais tarde eu irei esclarecer este ponto muito importante. Eu sou contra a “Globalização” de todo o tipo de culturas, de produtos manufacturados, etc. Mas sou a favor da “Globalização” do conhecimento científico( das mais variadas ciências), da informação, da Solidariedade, etc.

    O ACIME não defende os Portugueses, nem aqui, nem além mar (ou além terra).

    Obrigado pela visita.

  9. Aislan Diego Diz:

    Obrigado de coração, pelo link ao meu blog.

    Vida de Hoplita.

    Abraços fraternos!

  10. nortenho Diz:

    E sempre a mesma coisa, proteger os imigrantes ilegais e o que esta a dar em Portugal, temos de acabar com as covas da moura etc,.

    justicaparaonorte.blogspot.com

Deixar uma Resposta